É que agora, esse tempo tão fiel
me deu conselhos e permite então,
uma prosa, conto ou poesia de nossa invisível relação!
Ah, mas poderia deixar o cinismo de lado
me entregaria ao eterno romantismo
e por uma vez somente, deixaria de rir de mim mesma, eternamente!
Só as palavras libertam minhas lágrimas,
em forma de letras tão juntas, como agora gostaria de estar!
Excluo num choque fatal, todos os vilões que assombram o meu mundo,
mesmo sabendo que não são tão maus, quando as vontades que me consomem livremente.
Quem, quem, quem precisa de rimas?
Vou, vou, vou e penso, onde estou?
Livre , não sei se sou!
Onde, para onde o sentido voou?
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Oh, que tristeza! (um poema sem beleza)
E se ao acaso me dissesse assim, sem nada em mente
me conquistaria, irreparavelmete seu sorriso
que não é nada
além daquilo que sou!
Mas seria você uma poesia inacabada
ou quem sabe uma daquelas histórias, que falam, falam e não dizem nada?
Quem sabe seria um verso? Daqueles efémeros e sem tempo de amar
Ou um conto que faz de conta não ter gosto de contar.
Veja o que faz! Nem beleza, nem medidas, não há mais!
Irresistivelmente, uma história noturna que invade os bordéis sentimentais,
a ética não me permite dizer o que queria que fosse, mas invado a moral individualista
e veja só! Novamente, uma canção masoquista!
Oh, mas essa história há de cansar... E canso, pois me canso
e te canso pra contar! Mas soou,
o sinal de meio dia. Vou assim, me despeço na medida
de quem ama sem gritar.
me conquistaria, irreparavelmete seu sorriso
que não é nada
além daquilo que sou!
Mas seria você uma poesia inacabada
ou quem sabe uma daquelas histórias, que falam, falam e não dizem nada?
Quem sabe seria um verso? Daqueles efémeros e sem tempo de amar
Ou um conto que faz de conta não ter gosto de contar.
Veja o que faz! Nem beleza, nem medidas, não há mais!
Irresistivelmente, uma história noturna que invade os bordéis sentimentais,
a ética não me permite dizer o que queria que fosse, mas invado a moral individualista
e veja só! Novamente, uma canção masoquista!
Oh, mas essa história há de cansar... E canso, pois me canso
e te canso pra contar! Mas soou,
o sinal de meio dia. Vou assim, me despeço na medida
de quem ama sem gritar.
domingo, 25 de outubro de 2009
``
É tão desconcertante saber que aqui faço tudo que quiser!
Poderia criar mil reinos, fazer dos meus medos problemas pequenos,
aprenderia a cantar todas as canções bonitas do mundo e dançaria da maneira mais invejável !
Ah, pois aqui onde tudo é permitido! Não, nem pense em contradições!
Criaria fadas também, Reis, príncipes, gnomos! Veja como é belo o meu constante pensamento!
Mas de nada adiantaria, pois seu perfume continua longe,
o seu sorriso ainda não é só pra mim,
nem de perto conquistei o seu abraço
pelo fato de ser de todos um pouco seu...
Mas aqui a canção mais simples é só nossa
e por ser nossa passou de simples pra amor!
O meu amor é verdade incessante
e o seu amor, a resposta mais capaz!
Aqui tudo só existe pra nós dois,
não me envergonho, nem suponho
envergonhar!
O que quero sei que aqui eu posso ter,
não é triste como é triste quando vejo
o que faço!? o que faço?!
Nem aqui a loucura vai dizer
pois sou louca, enlouqueço
e está feito!
Dois tijolos, uma flor e meu amor.
Poderia criar mil reinos, fazer dos meus medos problemas pequenos,
aprenderia a cantar todas as canções bonitas do mundo e dançaria da maneira mais invejável !
Ah, pois aqui onde tudo é permitido! Não, nem pense em contradições!
Criaria fadas também, Reis, príncipes, gnomos! Veja como é belo o meu constante pensamento!
Mas de nada adiantaria, pois seu perfume continua longe,
o seu sorriso ainda não é só pra mim,
nem de perto conquistei o seu abraço
pelo fato de ser de todos um pouco seu...
Mas aqui a canção mais simples é só nossa
e por ser nossa passou de simples pra amor!
O meu amor é verdade incessante
e o seu amor, a resposta mais capaz!
Aqui tudo só existe pra nós dois,
não me envergonho, nem suponho
envergonhar!
O que quero sei que aqui eu posso ter,
não é triste como é triste quando vejo
o que faço!? o que faço?!
Nem aqui a loucura vai dizer
pois sou louca, enlouqueço
e está feito!
Dois tijolos, uma flor e meu amor.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
grito,grito,grito,grito,grito,grito,grito [...]
E se o tempo ficasse do meu lado
a certeza não seria tão exata,
e a beleza! a beleza! que beleza é essa crueldade!
os lugares, já não os olho tão bonitos
e bonitos na verdade nunca foram!
mas por que essa loucura me aflige?
nos lugares eu só vejo o seu rosto!
mas que maldade é tão feia, tão precisa
o que me salva é a beleza do amor
não é belo por bonito ou feliz
só há beleza por ser triste e sutil.
mas ninguém roga ou preza as palavras
e de longe até pensam em desprezá-las
quem no mundo entenderia o que eu sinto?
se as lágrimas já escorrem sem complexo
meu coração já não bate infeliz
só por falta, ou minutos, ou vontades
ele chora e atropela as escadas.
grito, grito, grito, grito, grito, grito, grito
grito, grito, grito, giro, alto, grito, grito
grito, grito, giro e grito sem gritar
a certeza não seria tão exata,
e a beleza! a beleza! que beleza é essa crueldade!
os lugares, já não os olho tão bonitos
e bonitos na verdade nunca foram!
mas por que essa loucura me aflige?
nos lugares eu só vejo o seu rosto!
mas que maldade é tão feia, tão precisa
o que me salva é a beleza do amor
não é belo por bonito ou feliz
só há beleza por ser triste e sutil.
mas ninguém roga ou preza as palavras
e de longe até pensam em desprezá-las
quem no mundo entenderia o que eu sinto?
se as lágrimas já escorrem sem complexo
meu coração já não bate infeliz
só por falta, ou minutos, ou vontades
ele chora e atropela as escadas.
grito, grito, grito, grito, grito, grito, grito
grito, grito, grito, giro, alto, grito, grito
grito, grito, giro e grito sem gritar
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Aos personagens! ! ! !
Deliberadamente lhes dou vida
e com um ar depressa, meio de saída
insisto repetindo que fique!
Não sei se o conforto é suave
ou qual história é a causa de nada.
meus segredos vou lhe permitir,
passeie sem pressa,
até o texto sair!
E os rodeios,
a voz não se cala!
o livro é livre
você que trabalha!
O mundo é um sonho
e se penso em sonhar?
Não é tão normal!
Estou de volta ao meu lar!
Meu corpo habita.
o coração segue em frente
sangue invadindo o mundo,
palavras possuindo a mente.
e com um ar depressa, meio de saída
insisto repetindo que fique!
Não sei se o conforto é suave
ou qual história é a causa de nada.
meus segredos vou lhe permitir,
passeie sem pressa,
até o texto sair!
E os rodeios,
a voz não se cala!
o livro é livre
você que trabalha!
O mundo é um sonho
e se penso em sonhar?
Não é tão normal!
Estou de volta ao meu lar!
Meu corpo habita.
o coração segue em frente
sangue invadindo o mundo,
palavras possuindo a mente.
sábado, 17 de outubro de 2009
ei, ei, o asfalto brilha em néon
cores vivas pra sorrisos
que se escondem sem razão!
as janelas já não falam
meus sentidos não respondem
o pensamento voa ténue
para um baile, inspiração!
a menina se encanta,
com a vida que pensou,
ei menina, não se iluda!
as cores brilham em néon
e que brilho me traduz?
que beleza brilha mais?
de humano se fez justo
da palavra, coração.
cores vivas pra sorrisos
que se escondem sem razão!
as janelas já não falam
meus sentidos não respondem
o pensamento voa ténue
para um baile, inspiração!
a menina se encanta,
com a vida que pensou,
ei menina, não se iluda!
as cores brilham em néon
e que brilho me traduz?
que beleza brilha mais?
de humano se fez justo
da palavra, coração.
sábado, 10 de outubro de 2009
Se a tristeza vez ou outra se fez bela,
se do amor o que restou foi solidão.
Felicidade de tão feliz já foi-se embora,
em qual sentido que segura as minhas mãos?
Se minha raiva não é raivosa nem sutil,
e meus sentidos me seguram sem razão.
Se nem de leve eu proponho uma resposta
ou infeliz fez-se longe o meu perdão.
Mas que sentido se revela a loucura;
E que beleza é tão sóbria quanto diz,
é que o belo de tão falso fez-se droga
e a droga de tão triste disse 'não'.
se do amor o que restou foi solidão.
Felicidade de tão feliz já foi-se embora,
em qual sentido que segura as minhas mãos?
Se minha raiva não é raivosa nem sutil,
e meus sentidos me seguram sem razão.
Se nem de leve eu proponho uma resposta
ou infeliz fez-se longe o meu perdão.
Mas que sentido se revela a loucura;
E que beleza é tão sóbria quanto diz,
é que o belo de tão falso fez-se droga
e a droga de tão triste disse 'não'.
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